Categoria: Meio Ambiente


22 DE ABRIL

Será que estamos realmente atentos?

Vamos ver, quais foram às celebrações da data de ontem (22/04/2010)? Não se lembra? Nossa que previsível, não?

Mas vamos mudar essa catástrofe que assola os brasileiros de memória curta.

 

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Em 22/04/1500, 13 caravelas aportaram ao solo brasileiro, está se lembrando? Heim? Hum? Ham?

Tinham como líder Pedro Álvares Cabral, foi esse  o português que descobriu o Brasil para o mundo e o chamou a principio de Monte Pascoal, ontem 22/04/2010 completamos 510 anos de descobrimento, de notoriedade, de evidenciação, enfim fomos conhecidos pelo resto da humanidade e simplesmente alguns fingem que essa data nada tem de importante, se esqueceram das aulas de história que nos assombraram durante o ginásio? Mas isso não pode ser possível.

No entanto 470 anos mais tarde, pós-descobrimento do Brasil. O senador norte-americano Gaylord Nelson instaurou o primeiro manifesto critico a poluição, foi em 22/04/1970 que passou a existir o Dia do Planeta Terra, data que ainda hoje, 40 anos depois é desconhecida por muitos.

Afinal é muito comodo esquecer, ou fingir que nunca soube. Uma forma de não ser cobrado por atitudes que façam a diferença, pelo menos no dia dedicado a preservação de nosso planeta. Sendo assim em 22/04 são comemoradas datas únicas que devem ser lembradas e evidenciadas por todos e a todos os momentos, vamos civilizar, resgatar raizes, refrescar a memória desse povo alienado que nada enxerga além de tragédias e precipicios impostos pela sociedade e pela midia capitalista, sedenta por consumidores.

Trata-se de divulgar nossa história e o real motivo pelo qual estamos aqui e por fim temos de repassar cada expressão desta história aos nossos herdeiros, quem sabe assim um dia compreenderemos quem realmente somos.

Por Elaine Correia.

Trata-se de uma verdadeira expressão de responsabilidade social criada pelo fundador da empresa Miguel Geller Krigsner.A Fundação O Boticário possui como seu foco a realização de ações de conservação da natureza o que vem se concretizando desde sua criação em 1990.

Suas ações se designam entre a proteção de áreas naturais, o apoio a projetos externos e a conscientização da sociedade na conservação ao meio ambiente. Os locais que mais recebem inserções conservacionistas são a Mata Atlantica e o Cerrado. Assim a Fundação colabora na diminuição de impactos nas mudanças climáticas e também incentiva efetivamente o investimento na sensibilização da sociedade, referente aos movimentos sustentaveis.

O principal papel da Instituição é o compromisso com a natureza, a conservação contínua e o incentivo a atitudes politicamente corretas. Diante de tais comprometimentos a Fundação Boticário se apresenta como uma organização sem fins lucrativos capacitada no desenvolvimento da proteção ao meio ambiente repassando seus valores a socidade brasileira, visando saldos positivos à gerações futuras.

Por Elaine Correia

 

E agora, a quem podemos recorrer para que haja solução? Será que existe alguem que possa solucionar esse caos instaurado na capital econômica do país?

São Paulo não é mais a terra da garoa e sim a terra das enchentes, das mortes por afogamentos, dos prejuizos, das paralisações, dos resíduos pós- temporais, do descaso…

Ontem (03/02/2010) a cidade sofreu um de seus dias mais caóticos do ano e os paulistanos provaram o sabor amargo de viver em uma cidade ‘abandonada’ pelos seus próprios moradores, por mais que haja temporais a cidade deve possuir estrutura para aguentar tais efeitos naturais, mas essa selva de pedra está longe de ter educação e consciencia para isso.

Ontem foram tantos pontos de alagamento na cidade que os resultados foram os seguintes: A estação de metrô Jardim São Paulo localizada na zona norte da capital foi invadida pela enchente e alarmou os usuários do transporte por volta das 18:00 horas, ocasionando o bloqueio do embarque e desembarque na plataforma.

Os rios Tietê e Aricanduva transbordaram, bloqueando o trânsito que se tornou mais extenso a cada minuto, também nas estações de metrô Sé e Barra Funda houve desespero e super lotação de passageiros, fazendo com que os metroviários instaurassem uma alta contenção de fluxo. O temporal também ocasionou a paralização de linhas da CPTM e ocasionou a queda de energia na região leste da cidade.

A cidade declarou estado de alerta aproximadamente as 18:00h, diante de tais acontecimentos os paulistanos conseguiram chegar em suas residênciasem torno das 21:00 h, exaustos e perplexos com todo drama sofrido pela cidade.

Por Elaine Correia.

A Rede McDonald’s tem apelado para o ‘marketing verde’ na Europa com o intuito de alcançar uma identidade ‘politicamente correta’. Essa nova ação foi iniciada através da mudança de cor na fachada do restaurante e no logo da empresa, a nova cor verde está sendo implantada em aproximadamente 100 lanchonetes alemãs até o final de 2009.

Tal iniciativa está sendo adotada também por franquias localizadas na França e na Grã-Bretanha, com está atitude a multinacional pretende implantar a postura ‘verde’ em toda a rede afima Martin Nowicki, porta-voz da empresa na Alemanha. “Essa não é uma iniciativa alemã, mas de toda a Europa”.

O McDonald’s tem sido acusado por ativista como ‘inimigo do ambiente’ e perante tais acusações resolveu modificar sua postura perante a natureza, contudo suas iniciativas apenas atraem o público e aceleram a lucratividade desta potente multinacional. Quando na verdade deveriam visivelmente atuar positivamente em prol do ambiente e por conseqüência de seus consumidores. Inclusive os produtos comercializados pela rede já provaram o quanto a ‘mc dieta’ pode causar danos irreversíveis a saúde se consumida periódicamente. Contudo mesmo com sua imagem denegrida por grupos ambientais o grupo McDonald’s ainda se mantém em destaque em seu segmento e sem previsão de decadência, com isso vem agregando em sua rotina hábitos mais descentes como, a conversão do óleo usado nos restaurantes em biodiesel, é o que a empresa almeja implantar em suas 32 mil lanchonetes espalhadas por 118 países.

A iniciativa é louvável, resta saber se a prática será realmente aplicada na rede, pensando nisso o vice-presidente do conselho de administração da companhia na Alemanha informou que a nova postura do grupo pretende apresentar ao consumidor que o produto consumido é originado de uma empresa que preserva o meio ambiente, “Com essa nova aparência, nós queremos deixar clara nossa responsabilidade na preservação dos recursos naturais. No futuro, colocaremos um foco ainda maior nisso”.

Por Elaine Correia.

Dentre as invenções do universo contemporâneo, foi possivel encontrar  diversos textos sobre as ‘Seed Balls’, trata-se de uma criação do agricultor japonês Masanobu Futuoka, o cultivador desenvolveu tal técnica com a finalidade de criar uma intervenção ambiental urbana.

Para criar uma ‘Seed Balls’ deve-se seguir a seguinte receita afirma Masanobu Futuoka, “Para cada cinco partes de argila misture uma de composto orgânico e uma de sementes diversas (sempre dê preferência para plantas já acostumadas com o local ou árvores nativas da região). Misture todos os ingredientes e adicione água aos poucos até a mistura ficar mais homogênea. Por fim, aperte bem a massa que se formou, molde-a em pequenas bolinhas e deixe-as secar no sol por algumas horas até que a argila endureça. Depois disso, suas “seed balls” estão prontas! Quando jogadas em um terreno baldio, por exemplo, e após sofrerem ação do calor e da umidade, as sementes irão sair da proteção de argila e germinarão normalmente”.

Após adotarem a mesma atitude do agricultor japonês, uma dupla de artistas naturais do Canadá Sean Martindale e Eric Cheung, desenvolveu outra intervenção nas ruas de Toronto, assim os artistas contribuíram de forma positiva ao meio ambiente e criaram uma inovação para a poluição visual da cidade.

Os criadores tiveram a idéia de transformar os cartazes que são colados pelos muros da cidade em suportes para plantas e flores de diversas espécies, isto foi feito a partir de dobras nas pontas dos cartazes, tal intervenção resultou em um efeito nomeado como ‘Jardim Vertical’. Mesmo não parecendo a forma mais adequada para o cultivo de plantas, a mensagem de sustentabilidade que é transferida aos receptores é bem objetiva e retira das paredes das metrópoles o aspecto de sujeira que vem carregado em tanta poluição visual.

Por Elaine Correia.

 

Ativistas entraram com ação em Justiça americana para barrar planos do grupo anglo-holandês Shell, os defensores alegam que tal atitude proibirá que a organização explore campos de petróleo no Alasca.

No inicio deste ano a Shell obteve licença junto a Justiça americana para dar inicio as operações no mar de Belfort localizado ao norte dos Estados Unidos e do Canadá. E com repressões de ambientalistas as ações foram paralisadas. Tal paralisação foi solicitada com o argumento de que tais atividades colocariam em risco a vida de ursos polares e baleias que habitam a região e que estão sob forte ameaça devido o aquecimento global.

Com a ação movida contra a Shell na Justiça, os ativistas exigem garantias de que a empresa terá comprometimento em limpar possíveis vazamentos de petróleo na região do Alasca.

Por Elaine Correia.

O Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) divulgou que após um ano de queda o desmatamento na região amazônica voltou à indices alarmantes, tal conseqüência se resulta do Programa Terra Legal, que concede a posseiros títulos de terra públicas na Amazônia.

A ONG indicou um aumento de 167% em áreas desmatadas entre agosto de 2008 e o mesmo mês de 2009. Com tais índices pode-se verificar que a comemoração do Governo Federal referente a tendenciosa queda na destruição da floresta não é mais verídica.

O pesquisador da ONG Adalberto Verissimo afirma que existe uma enorme falta de controle dos Estados sobre suas próprias áreas. “É como assaltar a delegacia”.

È correto afirmar também, que antes o desmatamento ou grande parte dele, era com foco produtivo, para servir à agricultura e a pecuária. Este cenário mudou drasticamente a partir do momento que a devastação passou a possuir cunho especulativo, servindo somente como garantia de posse de terra.

Por Elaine Correia.

ECONOMIA SUSTENTÁVEL

A semana estado de jornalismo dedicada ao Programa Jovem Jornalista, ocorreu em agosto passado nas dependências do Jornal O Estado de S. Paulo, contou com a presença de ilustres palestrantes como: Hugo Penteado economista-chefe do Santander Asset Management e Carlos Alberto di Franco que é jornalista, representante no Brasil da Universidade de Navarra e diretor do Master de Jornalismo. Foram quatro dias de palestras abertas a estudantes de jornalismo.

O primeiro dia de palestra apresentou o eco economista Hugo Penteado que abordou o tema: Quanto vale o Planeta?  O especialista discursou  sobre a guerra que os homens declararam contra o planeta e o conceito errôneo sobre economia e meio ambiente.Hugo fez criticas a colegas de sua área e a todos os habitantes de nosso planeta que são adeptos ao ciclo do dinheiro baseado em extrair, produzir, consumir, e descartar. Tal ciclo faz do meio ambiente um nicho do sistema da economia. O economista afirmou também que tal ciclo é uma clara evidencia de crise política, economica, ambiental, espiritual e moral que abala o mundo contemporâneo através da prática de “vale tudo pelo dinheiro”

Porém, na palestra é evidenciado um alerta de que tais atitudes impensadas sob o meio ambiente resultarão em danos irreversíveis como já estamos presenciando atualmente. Penteado afirma que a economia do descarte é caracterizada por três mitos: “o sistema econômico é neutro para o meio ambiente, o meio ambiente é inesgotável e todos os lucros sociais dependem do crescimento econômico.”

Contudo necessitamos de atitudes cotidianas para que realmente haja mudanças, entre essas atitudes estão: as caronas para o trabalho, a torneira que deve permanecer fechada, a luz que deve ser apagada entre outros detalhes que devemos reeducar dia após dia em nossas vidas.

Por Elaine Correia.

 

Estamos prejudicando nossa saúde e nosso bolso ao mesmo tempo, estudos revelam que poluição tem gerado gasto de R$ 14,00 por segundo. Em ocasião inédita a poluição e seus custos foram mapeados além das fronteiras de São Paulo e apontaram que o prejuízo causado pelo aumento da poluição é destinado à cura de seqüelas respiratórias e cardiovasculares.

Não é a toa que vemos nossas crianças sofrerem em hospitais com falta de ar e cansaço diariamente.

Muitas pessoas estão desistindo da vida em metrópoles como São Paulo, por diversos fatores que tornaram a opção de aderir ao estilo de vida saudável muito mais cabivel para todos. Sabemos o quanto esses centros comerciais podem trazer oportunidades seja em âmbito financeiro, profissional e também pessoal, contudo a qualidade de vida ainda fala mais alto para algumas pessoas.

Precisamos de condições respiratórias, de bons atendimentos, de projetos que façam a mudança no transporte público para que o transporte particular torne-se apenas 2ª opção na vida dos brasileiros. As grandes indústrias necessitam de uma postura condizente com a nossa realidade de forma que não afete o meio ambiente e tão pouco a vida.

São tantas as mudanças necessárias, mas alguém tem que dar o 1° passo e dar a cara a tapa, só assim teremos um sistema de saúde um pouco mais digno de seres humanos. Afinal não somos motores, robôs ou máquinas. Somos de carne e osso e necessitamos de atenção.

Por Elaine Correia.

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