Categoria: Politica


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Já abordei as Drogas por duas vezes aqui no blog, nos posts: A VOLTA DO PÓ e O TRÁFICO- UMA INDÚSTRIA DOENTIA. Na verdade por ser um assunto que causa polêmica, discussões e muito desconforto trata-se de algo que tenho interesse em abordar, pois apesar dos inúmeros motivos que esse tema possui para ser resolvido, ainda é uma situação que não tem alcançado mudanças satisfatórias. Existem programas diversos que debatem com especialistas, jovens e usuários sobre esses entorpecentes capazes de arrebatar vidas, no entanto a venda continua proibida, o tráfico continua existindo e o número de usuários tende a aumentar ano após ano.

Na verdade a proibição do consumo de entorpecentes por muitas vezes pode soar como algo hipócrita para o século XXI, no entanto a legalização causa um alvoroço na atual sociedade, pois com a legalidade da comercialização  geraríamos inquietude política, religiosa e social. São muitos os valores atrelados a esta decisão, no entanto há de se encontrar um consenso entre tantas duvidas, o que não se pode é deixar a situação do jeito que está a cada dia temos mais violência, mais usuários que iniciam o consumo, mais jovens que morrem por causa da utilização da droga e maior fortalecimento da organização criminosa.

Desde o principio de seu consumo, os entorpecentes tiveram certa aceitação da sociedade.

O primeiro artifício utilizado para colocar entorpecentes na ilegalidade ocorreu nos EUA, em 1914, com o Ato de Narcóticos. Esse Ato nasceu em conseqüência dos diversos problemas de dependência e de overdose com ópio e cocaína que vinham ocorrendo na região. Após 4 anos da implantação legislativa, em 1918, o Governo realizou uma avaliação para verificar os efeitos da legislação e concluiu que:

 1º) Uma industria clandestina havia surgido para suprir a demanda dos usuários;

2º)  Esse mercado estava organizado a ponto de importar e distribuir os entorpecentes;

3º) O uso do ópio aumentou de forma brusca;

Após o comitê de avaliação concluir que a implantação da lei havia contribuindo para o aumento do consumo o Governo americano não se conteve e adicionou ainda mais restrições ao Ato existente, a punição por crimes com narcóticos passou de 5 para 10 anos de reclusão em cárcere privado – não satisfeitos na década de 50 a punição seria transformada em pena de morte. O que comprovou que a proibição do consumo e do comércio de entorpecentes estava totalmente atrelada aos interesses religiosos.

A oposição as drogas deixou evidente que aquele velho ditado “Tudo que é proibido, se torna melhor” é a pura realidade. A proibição gerou um ciclo vicioso da seguinte forma: a repressão aumenta o valor do produto, que valoriza o tráfico, que estimula mais e mais o consumo e que aumenta a repressão.

 

O histórico de repressão do EUA contra as drogas infelizmente não resultou em bons frutos e acabou motivando em 1960 uma década regada ao consumo exacerbado de diversos entorpecentes, o cenário dessa década foi ilustrado por soldados americanos fumando maconha no Vietnã, hippies se esvaindo em meio ao LSD e por fim a cocaína que estava esquecida e acabou retomando sua carreira na mesma época. Com o ressurgimento da cocaína tivemos o nascimento dos Cartéis colombianos liderados por megatraficantes que ao longo dos anos vem construindo seus impérios com base no tráfico de drogas.

A repressão gerada pelos EUA ainda desencadeou maiores problemas em outros países, em 1970, a Suécia assistia o aumento do consumo de heroína. No entanto diferente dos americanos a proibição em junção com campanhas motivacionais contra o uso de entorpecentes diminuiu significativamente o numero de usuários. Atualmente o consumo de drogas pelos suécos é 3 vezes menor do que a média européia.

A Venda

A idéia de comercialização Legal dos entorpecentes no Brasil prevê que a venda ocorreria somente em locais autorizados e as drogas com efeitos mais perigosos deveriam ter o controle que hoje existe na venda de medicações controladas. Para o Governo vem o lucro, afinal o que seria do governo sem lucrar com está história? As drogas se tornariam fonte de renda como qualquer outro produto comercializado em nosso pais. Assim a policia resolveria crimes mais relevantes e protegeria a sociedade de forma efetiva.

No entanto cabe fazermos uma pergunta sobre essa solução, o brasileiro possui equilíbrio, valores e consciência para tal legalidade? Os usuários saberiam utilizar está lei sem causar danos maiores à população em geral? Isso não acarretaria problemas judiciais ao Governo, devido a mortes pelo uso exacerbado ou outras conseqüências?

 São muitos os questionamentos que envolvem essa discussão e na verdade podemos afirmar que não, o brasileiro não está preparado para essa legalização, há muito que se compreender e o que se ensinar sobre os entorpecentes e sobre as conseqüências que seu uso pode gerar ao individuo. Não estamos falando de banalidades, estamos tratando de vidas, de famílias, de seres humanos que necessitam de apoio para superar uma brincadeira que tornou-se um vicio doentio e destruidor.

Antes de darmos qualquer passo em relação a este tema, a população necessita de informação, seja usuário ou não todos devem assimilar o que esta legalidade pode acarretar a nós e as gerações futuras.

Por Elaine Correia.

 

 

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Desde a década de 60 os entorpecentes são tachados como a real desgraça humana, no entanto seu uso cresce cada vez mais e seu tráfico fatura quantias homéricas envolvendo nossos jovens e nossas crianças em suas garras dia após dia.

  A principio as drogas eram apenas um problema da policia, mas com o passar dos anos ela se tornou um problema comum à sociedade, e devemos nos perguntar se essa guerra contra as drogas realmente surtirá um efeito positivo algum dia?

O álcool é capaz de dilacerar vidas, assim como qualquer outro entorpecente e não somente a vida de um alcoólatra, mas a vida de sua família de pessoas que estão ao seu redor e que podem se tornar vitimas do uso exacerbado da bebida. No entanto por tratar-se de uma droga Legal  seu consumo gerou uma industria saudável, capaz de movimentar uma economia como qualquer outro bem de consumo, gerando impostos ao Governo, lucros as empresas e empregos aos trabalhadores.

Entre outras drogas possuímos um extenso leque de opções, entre elas estão: a cocaína, a heroína e o ecstasy. São drogas maléficas a saúde assim como o álcool, talvez não na mesma proporção, contudo a longo prazo destinam o usuário ao mesmo final. As três drogas citadas acima geram cerca de US$ 330 bilhões por ano e da Ilegalidade, foi capaz de gerar uma indústria doentia, ao invés de gerar impostos ao Governo geram a propina que aguça a corrupção, no lugar de gerar lucros as empresas, o lucro financia a compra de armamento que alimenta diariamente a violência. E por fim ao invés de oferecer empregos aos trabalhadores, o tráfico propõe, ou melhor, impõe às crianças e aos jovens uma vida baseada na criminalidade sem perspectiva alguma vida.

Em teoria seria um caso facilmente resolvido e apoiado por muitos especialistas como, médicos, políticos e economistas que acreditam que a solução para o tráfico seria a legalização das drogas. Mas como esse plano nunca realmente foi posto em prática, abrimos agora outro leque de opções questionáveis. Quais drogas deveriam ser legalizadas? Isso geraria maior consumo dos usuários?O crime organizado e o tráfico realmente perderiam sua força? Como isso afetaria na sociedade?

A lei que proibi o consumo de drogas em todo o planeta foi posta em vigência no século 20, no entanto tal posicionamento não cessou o consumo e nem ao menos o diminuiu e por fim ainda nos obrigou a guerrear contra traficantes, mas com desigualdades imensas, nós choramos de mão atadas almejando a proteção de filhos viciados, eles levam nossos filhos com armamento de primeira geração, que conseguiram através da policia que em algum momento nos jurou proteção.

Eles viciam nossos filhos prometendo aos pequenos, saciar sua ânsia pelo consumo da droga e depois o obrigam a viver no crime como se fossem soldados a caminho de uma 3ª guerra mundial. Os traficantes arrancam das mães o poder de serem mães, extingue-se o amor, o carinho, o respeito. Os filhos tornam-se estranhos e ocasionam picos de loucuras em famílias inteiras. E por fim originam as desgraças que arrebatam tudo como um furacão e levam esses jovens a morte precoce, muitas vezes sentenciadas pelos próprios pais, que exaustos de sofrimento são capazes de tirar a vida de seus próprios filhos, à procura de um pouco de paz.

Por Elaine Correia

 

Entre o fim do séc XIX e o inicio do séc XX, foram travadas diversas reinvidicações devido ao trabalho exacerbado desenvolvido por homens, mulheres e crianças. Nos países que se industrializavam a carga horária exigida aos trabalhadores era de 12 a 14 horas diárias durante 6 longos dias semanais, obrigando-os a trabalhar também aos domingo se necessário.

Enquanto a mão de obra exigia cada vez mais do proletário os salários se tornavam cada vez mais baixos, no entanto as greves e tormentas ocasionadas pelos trabalhadores a procura de uma atividade descente soava aos proprietários das indústrias como uma afronta e foi assim que os operários foram nomeados como as ‘classes perigosas’.

No entanto os trabalhadores não esmoreciam e continuavam com suas incessantes manifestações  por melhores médias salariais, pela redução das jornadas de trabalho e pela proibição do trabalho infantil.

Mesmo com as freqüentes manifestações o cenário industrial ainda contava com a total dominação dos proprietários, as fábricas de pequeno e médio porte possuíam manifestações mais intensas dos operários o que resultava em reações diversas dos donos das indutrias, os mesmos mantinham as portas fechadas durante o expediente, os relógios cobertos, os salários baixíssimos e as jornadas de trabalho cada vez mais longas.

Em 25 de março de 1911 as 17:00h todos trabalhavam quando um incêndio se iniciou na Triangle Shirtwaist Company, a empresa possuía chão e divisórias de madeira, contendo em suas repartições altíssima quantidade de tecidos e retalhos, o que contribuiu para que o fogo se alastrasse rapidamente. A Triangle contava com a mão de obra de 600 trabalhadores, na sua maioria mulheres com faixa etária de 13 a 23 anos.Algumas mulheres conseguiram fugir pela escada, no entanto outras no ápice do desespero acabaram jogando-se pelas janelas de encontro com a morte.

Morreram 146 pessoas, 125 mulheres e 21 homens, a tragédia trouxe a comoção de todos, o que fortaleceu o reconhecimento dos sindicatos. Hoje no local do incêndio existe a Universidade de Nova Iorque que possui em sua fachada uma placa com os seguintes dizeres:

“Neste lugar, em 25 de março de 1911, 146 trabalhadores perderam suas
vidas no incêndio da Companhia de Blusas Triangle. Deste martírio
resultaram novos conceitos de responsabilidade social e legislação do
trabalho que ajudaram a tornar as condições de trabalho as melhores do
mundo.” (ILGWU)

 

 

Por Elaine Correia

Como falar do Dia Internacional da Mulher sem lembrarmos de uma brasileira tão intensa, tão verdadeira e tão única quanto a eterna Pagu?

A paulista Patrícia Galvão conseguiu sobreviver de forma doce e sucinta em uma época em que o futuro mais promissor que uma mulher poderia esperar seria um casamento arrumado pelos seus pais.

Patrícia possuía diversas características típicas de uma mulher a frente de seu tempo e se tornou conhecida por realizar de maneira louvável várias profissões, entre elas Pagu foi jornalista, escritora de livros e de peças de teatro, militante política, agitadora cultural e por fim uma mulher que esbanjava inquietude e vida por onde passava.

Nascida em 09 de junho de 1910 em São João da Boa Vista (SP). Pagu ganhou seu tão famoso apelido por Raul Bopp que acreditava que seu nome era Patrícia Goulart e não Patrícia Galvão como realmente estava em seu registro de nascimento.

Entre uma vida regada por impulsos incessantes Pagu passou por situações que marcaram sua vida para sempre, aos 14 anos engravidou e se submeteu a um aborto que lhe martirizou pelo resto de seus dias, aos 15 anos estreou na imprensa como colaboradora da Brás Revista. Tornou-se amante de Oswald de Andrade enquanto o mesmo foi casado com Tarsila do Amaral, o que acarretou no término do casamento de Oswald com a famosa pintora brasileira.  Ao se casar com Andrade, Pagu deu voz a um enorme escândalo perante a sociedade moralista da época.

Oswald como de costume também traiu Pagu imensuráveis vezes , no entanto ao descobrir e até mesmo presenciar os adultérios cometidos pelo seu 1º marido, Patrícia se mostrava uma mulher moderna e adepta a liberdade sexual. Com seu companheiro, Pagu trabalhou intensamente como jornalista e escritora foi quando iniciou sua parceria com o jornal O Homem do Povo, o que fez com que seu casamento se fortalecesse não pela fidelidade, mas sim pela lealdade que tinham na profissão.

Ainda com Oswald de Andrade teve seu primeiro filho Rudá e  logo após seu nascimento deixou seu primogênito aos cuidados do pai para ir morar no Rio de Janeiro, com o intuito de servir ao Partido Comunista. Nesta época sofreu muito e em 1935 uma onda de prisões a alcançou mantendo-na presa por cinco longos anos.

Quando saiu da prisão já com 30 anos casou-se pela 2ª vez, com Geraldo Ferraz escritor e jornalista e assim descobriu ao lado de outro companheiro mais uma vertente do jornalismo pela qual se apaixonaria, o jornalismo cultural dessa forma seguiu sua trajetória alcançando sua plenitude profissional como jornalista, presenciando estréias únicas de escritoras como: Clarice Lispector e Lygia Telles.

No entanto em alguns momentos um lado sombrio de Patricia vinha a tona esmorecendo sua força interior, foi nesta fase que a doce Pagu passou a se afogar em suas depressões e a se consolar no álcool. Tentando suicídio por duas vezes, foi em Paris que descobriu um câncer de pulmão que a levou a morte prematuramente aos 52 anos, encerrando a breve história de uma mulher que era doce e feminina e ao mesmo tempo rude e intensa, era fraca em seus amores, porém forte em seus ideais, se tornou exemplo e motivação para as mulheres contemporâneas, tornando-se inesquecível. Com a conhecida Èra Pagu.

Por Elaine Correia

A maior obra do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) está com intuito de despertar o interesse do setor privado divulgando o edital do projeto até o fim deste mes, o Governo nomeou o meio de transporte como TAV (Trem de Alta Velocidade), ou o famoso trem-bala que interligará o Rio de Janeiro a São Paulo .

O projeto de implantação do trem, prevê que sua operação tenha inicio em 2016 paralelo ao inicio da Olimpiada. O plano está orçado em R$34 bilhões e despertou grupos empresariais de interesse em seis paises, Coréia do Sul, China, Japão, Alemanha, França e Espanha.

O trem de alta velocidade percorrerá por um trajeto de 511 km entre o centro de São Paulo e o centro do Rio de Janeiro, a viagem terá um tempo médio de90 minutos de duração e o meio de transporte alcançará uma velocidade média de 280km/h.

Em comparação a outros meios de transporte, o teto da tarifa do trem – bala será de R$206,15, a frequencia do será de 3 trens por hora e o tempo de espera de 5 minutos, tendo em vista tais dados é evidente que será um investimento totalmente relevante ao publico que utiliza a ponte Rio – São Paulo.

O trajeto possui como paradas definitivas as seguintes:  aeroporto Viracopos em Campinas, em Guarulhos, em Aparecida do Norte, em Resende, no aeroporto Galeão no Rio de Janeiro com seu término no centro da capital carioca.

Por Elaine Correia.

‘O PAI DOS POBRES’

Nosso presidente Mr. Luiz Inácio Lula da Silva é exaltado por uma revista alemã e nomeado como o ‘Pai dos Pobres’, a cada ano a ascensão do presidente Lula se faz notória mesmo com o término de seu mandato que se aproxima  o Governo Lula tem sido reverenciado pelo mundo como a gestão que trouxe o milagre econômico ao Brasil.

Em meio a tantos projetos o presidente almeja alcançar a transformação do Brasil em uma das cinco grandes economias mundiais, através de reformas, grandes planos de infraestrutura e explorações em reservas de petróleos.

Mesmo com tanto glamour agregado a sua vida, com seus carros blindados, helicópteros, carros de policia escoltando seus caminhos em meio a sirenes e luzes piscantes, Lula ainda age como um legitimo nordestino. E quando está em meio à multidão deixa se embeber pelo fervor do povo, regado a carinhos e palavras amigas e notando tamanha popularidade diante da população menos favorecida, o presidente afirma que fará obras nas áreas atingidas pela seca, “É o mínimo que posso fazer por vocês”.

Inúmeras foram e são as especulações sobre o Brasil e entre tantos termos utilizados para nomear nosso país, um empresário batizou o Brasil como ‘Belíndia’, uma mistura de Europa por ser um pais com muita riqueza e ao mesmo tempo com a pobreza asiática, onde havia um enorme vão entre ricos e pobres, contudo Lula foi o único a construir uma ponte entre os dois lados da moeda.

Mostrando-se um fervoroso patriarca Luiz Inácio Lula da  Silva está repleto de autoconfiança após a constatação de que os presidentes dos Estados Unidos e da França Barak Obama e Nicolas Sarkozy o estão cortejando. Diante de um governo regado a famosidade Lula foi presenteado com seu novo filme ‘ Lula, o Filho do Brasil’, o longa metragem transcorre sobre sua ascensão de engraxate a presidente.

Por Elaine Correia.

 

 

 

 

 

 

 Apesar de não serem considerados populares, os movimentos estudantis originam-se de um caráter social e massivo. Iniciado sob a ótica da Ditadura Militar no Brasil, esse movimentos começaram uma reorganização como a única força de oposição política. Contando com o empenho de diversos jovens estudantes, seus lideres tinham total apoio da população, o que consolidou a força do movimento na época.

 Desde então os jovens tiveram participação ativa em campanhas que procuravam solucionar seus problemas junto à política brasileira. Entre esses episódios estavam: A Oposição ao Regime Militar (1964 – 1989), A Favor da Anistia (1979), Diretas Já (1984), Contra a Divida Externa (1986), Por Universidades Públicas (1987), Fora Collor (1993).

 Através de manifestações como as citadas, nossos jovens demonstraram sua luta contra a errônea política brasileira. Essa época foi marcada por atitudes heróicas de nossos jovens a favor de um melhor país para todos.

Tivemos também o apoio de artistas que se uniram aos movimentos com o intuito de reforçar os manifestos. E foi no meio de um cenário cheio de repressão e discórdia que estes jovens fizeram história, lutando por um país justo com todos.

 Entretanto, podemos perceber que os jovens da atualidade não se preocupam mais com tais movimentos, não há luta pelos direitos, não há busca pela justiça. Hoje em dia os jovens apenas se opõem há algo que possa beneficiá-los individualmente e não idealizam o bem comum a todos como nos movimentos anteriores. Antes existia a vontade de descobrir, de mostrar a corrupção, a injustiça e a desigualdade. Hoje essas, são características que se tornaram comum ao nosso cotidiano.

Apesar de ser uma estudante dos anos 2000, ainda assim sinto falta daqueles que fizeram a história no século XX, pois esses tinham ímpetos de guerreiros, de heróis que buscavam em suas lutas a honestidade de uma politica correta para um país digno e melhor.

Por Elaine Correia.

O nosso ilustre presidente Luis Inácio Lula da Silva se referiu aos nossos policiais como se os mesmos fossem divinos. Isso ocorreu na abertura da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública, realizada em Brasília nesta quinta-feira (27).

Lula após comparar a policia Brasileira com Deus, afirmou:
 “Tem muita gente que é ateu, mas só acredita em Deus quando está em perigo. Com a polícia é a mesma coisa”. Menção que não deixa de ser justa em determinados aspectos, porém mesmo contribuindo com a motivação da segurança pública de nosso país, ainda assim se posiciona de forma alheia a real situação dos policiais brasileiros. Que mesmo com suas inúmeras falhas e freqüentes ações corruptas, ainda tentam nos assegurar de alguma forma. Afinal para toda regra há sua exceção, nem todos são desonestos, porém todos são julgados pelas ações obscuras da instituição.

E em meio a tantas graças feitas pelo nosso representante presidencial ainda nos deparamos com seus demagogos estímulos aos nossos homens de farda, Lula defendeu a alta na remuneração dos policiais, porém não foi capaz de apresentar uma proposta para sua defesa. Assim fica fácil, então ele ta lá, ocupando a cadeira mais poderosa do país e age como se determinadas ações não fossem designadas à sua alçada. Como assim?

È muito desapego a própria função, e comodismo já virou quase meta de vida do famoso estilo de vida Lulês, chegar e elogiar a atual estrutura policial brasileira é simples. Em contrapartida desenvolver um planejamento que destine uma verba descente para remuneração, armamento e preparação de nossos policiais isso ninguém faz. 

Assim ficam os discursos positivos e promessas que jamais serão cumpridas. E a esperança de que um dia teremos segurança pública e liberdade de ir e vir sem corrermos o risco de não voltarmos com vida às nossas casas.

Por Elaine Correia

 

A cada dia eles se declaram mais culpados e causadores de tudo de errado e desonesto que acontece no senado. È inaceitável e o pior de tudo é que se tornou hereditário, filho aprende com pai, que aprende com o avô e assim sucessivamente.

Mesmo com a validação de algumas leis, o nepotismo tem sido causa de tantas barbáries na política brasileira, que a cada dia se mostra mais podre e indigna seu povo.

E nessa história de nepotismo temos reinvidicantes árduos em suas reclamações, como nosso idolatrado senador Heráclito Fortes, que alega não estar dentro do quadro de nepotismo, ao empregar em seu gabinete sua amada sobrinha-neta. O mesmo afirma que esse grau de parentesco não se enquadra na lei anti-nepotismo estabelecida pelo Supremo Tribunal Federal. Em poucas palavras ele quer mesmo é arrumar uma boquinha em um dos cargos públicos para sua familiar. QUE PIADA!!! 

E assim, nosso senado, ou melhor, o senado deles segue, burlando leis e errando a cada passo, existem senadores que querem flexibilizar a decisão do STF para manter empregados familiares em seus gabinetes. Assim assistimos a mais uma comédia protagonizada pela Câmara dos Deputados que possui um numero de 1000 cargos preenchidos por indicações de  políticos.

Enquanto os brasileiros lutam para se enquadrarem em cargos públicos através dos convencionais concursos que selecionam o melhor candidato ao cargo, no Senado essa seleção está cada vez mais fácil de ser alcançada, mas é claro que o candidato necessita de algum grau de parentesco com os donos do poder.

Podemos ver o quanto os senadores ficaram irritados com a decisão do Supremo, e começaram a apelar dizendo que precisam de profissionais de confiança para atuar em seus gabinetes declara o senador Mozarildo: “Assessoria de marketing, por exemplo, é cargo de confiança, cargo político. Quero ter o direito de contratar quem eu confio”. O ponto alto da discussão é que não se trata de confiabilidade, mas sim de capacitação e qualificação no desenvolvimento da função. Quem garante que uma pessoa simplesmente pelo fato de ser familiar de um senador será uma boa profissional na área política?

Diante de tal situação só nos resta assistir a desmoralização retratada no Senado que a cada dia  se mostra mais falho, mesmo em detalhes que teoricamente seriam simples e de total aceitação.

Por Elaine Correia

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